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Um universitário de bunda quente

by Indisciplinado

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Um universitário de bunda quente

Para quem se lembra, meu nome é Lucas e anteriormente havia falado sobre como foi importante e dolorosa a primeira surra na bunda que levei do meu pai aos 16 anos. Naquele dia, após ele descobrir que havia pegado dinheiro na sua carteira, ele me levou para o quarto, conversou comigo e fez algo que ele deveria ter feito a muito tempo atrás. Abaixou minhas calças e cueca, me deitou em seu colo e bateu forte com seu chinelo.
Já se passaram mais de 3 anos desde que levei aquela surra. Hoje estou com 19 anos e não moro mais na casa dos meus pais. Passei no vestibular e juntamente com meu melhor amigo, Bruno, nos mudamos para São Paulo. Eu fazia o curso de Publicidade e o Bruno o curso de Psicologia.
Conheço o Bruno desde que me entendo por gente, estudávamos na mesma escola desde os 6 de idade e ele sempre foi muito querido pelos meus pais. Um amigo sempre presente, seja na hora das brincadeiras ou nos estudos. E por causa de nossa forte amizade nossas famílias se aproximaram e também viraram grandes amigos. Mas uma coisa que sempre reparei no Bruno era sua atitude e respeito pelo pai. O tio Jorge, como carinhosamente chamo o pai do Bruno, era um homem muito simpático e sempre estava presente no nosso dia a dia.
Mas também ele era muito sério. Ele não admitia bagunça em casa, notas baixas e que desrespeitassem as suas regras. Sei que o tio Jorge também era um homem muito rígido, pois já ouvi meus pais comentarem que ele era adepto a disciplina antiga e que por diversas vezes ele utilizava de palmadas e chineladas para educar os filhos. Nessa época, meu pai ainda não aceitava muito bem esse método de disciplina e sempre criticava o tio Jorge. E acredito que justamente por isso o Bruno sempre foi um rapaz muito obediente e raramente aprontava, diferente de mim que as vezes cometia alguns deslizes, justamente por saber que meu pai nunca iria me bater. Lembro na época que o Bruno até comentou sobre algumas vezes em que apanhou, mas eu não dava muita atenção. Pois me sentia envergonhado e tentava acreditar que aquilo era errado, mas no fundo eu achava que apanhar do pai não era errado, era certo e até algo bom se feito com carinho e respeito. Mas enfim, na época eu ainda não sabia lidar muito bem com esses pensamentos, como sei lidar com isso agora.
Como pode-se perceber minha amizade com o Bruno é baseada na confiança, cumplicidade e respeito. Não existe segredos entre nós dois. Ou melhor, quase não existia segredos, pois não tive coragem de contar para ele da surra que levei aos 16 anos, mesmo eu já conhecendo algumas histórias de quando ele apanhava dos pais. Pois, por mais que eu compreenda e aceite com tranquilidade a surra que levei, ainda não me sentia confortável em falar com ninguém sobre aquele episódio, mesmo para o meu melhor amigo.
Enfim, como todos sabem a vida universitária é considerada o primeiro passo para a vida adulta, pois é nesse momento que começamos a ter novas responsabilidades, seja com os estudos, a casa, contas, estágios... Mas, também é uma fase cheia de conquistas, novos amigos, novas garotas, bebidas, festas... E comigo e com o Bruno não foi diferente, sempre saíamos para nos divertir e paquerar as garotas da universidade.
Como devem se lembrar, depois daquelas chineladas que levei na bunda, a relação com um pai ficou mais próxima. Assim, sempre contava para ele das festas, garotas e de toda diversão de um modo geral. Meu pai já foi universitário, então ele sabia como era esse momento que estava vivendo. Ele não criticava e nem ficava bravo por eu ir a festas, mas sempre me alertava para não me descuidar dos estudos.
O primeiro ano da faculdade estava sendo uma experiência muito boa e no primeiro semestre foi possível conciliar muito bem as festas e os estudos. Consegui boas notas e o mais importante foi que não fiquei com nenhuma nota abaixo da média. Estava muito feliz e confiante e acreditava que poderia tranquilamente festejar e ainda sair bem nas provas. Mas esse não era o pensamento do meu pai. Ele insistia em dizer que o primeiro semestre era realmente mais fácil e que eu deveria dedicar mais tempo e esforço aos estudos. Eu já estava cansado de ouvir ele falar a mesma coisa de ter que estudar, estudar e estudar.
Com o fim do primeiro semestre fui passar as férias de julho na casa dos meus pais. Tudo corria muito bem, eles estavam felizes por eu estar de volta e foi muito bom rever meus pais, irmãos e amigos do colégio. Tudo caminhava muito bem, até que durante um jantar meu pai voltou a falar do mesmo assunto chato de ter que estudar. Estávamos todos reunidos quando ele falou:

Lucas, estive olhando suas notas desse primeiro semestre. Gostei que tenha ficado com notas acima da média, mas mesmo assim quero que se dedique mais aos estudos, você é capaz de tirar melhores notas. O segundo semestre é mais difícil. Se dedique pois não quero ver notas baixas, pois pago caro no seu curso e a única coisa que peço em troca é dedicação e esforço.

Cansado de ouvir todo dia essa cobrança, sem perceber e com a cara emburrada dei uma resposta um pouco grossa para o meu pai.

Está bom pai, eu já sei. Você fala isso todo santo dia e já estou cansado disso. Estou de férias, me dá um tempo. Você sabe que eu estudo, pergunta pro Bruno, ele vai te falar que eu estudo todos os dias.

Na hora não percebi que respondi meu pai de uma forma desrespeitosa. Ficou um silencio constrangedor na mesa e só então entendi que ele não gostou nada da maneira que o respondi. Vi seu rosto com semblante fechado, mas na mesma hora tentei contornar a situação.

Pai, o senhor tem razão em me cobrar. Mas não se preocupe, não vou tirar notas baixas e muito menos reprovar. Sei do esforço que o senhor faz para pagar esse curso. E amanhã mesmo vou retomar algumas leituras e aproveitar essa última semana de férias para estudar um pouco e iniciar bem o segundo semestre

Meu pai percebeu que eu tentei contornar aquela situação constrangedora e abriu um pequeno sorriso concordando com o que tinha acabado de falar, assim voltamos a conversar de outros assuntos e assim o jantar continuou de forma agradável. Ao terminar fui para sala de TV com minha mãe e meus irmãos e meu pai foi para seu escritório. Não demorou muito e minha mãe e meus irmãos foram dormir. Como estava sem sono fiquei deitado no sofá mais um pouco na sala assistindo TV e mexendo no celular. Mas dei um pulo e quase caí do sofá quando meu pai apareceu na porta e com uma voz séria me chamou.

Lucas, venha aqui no escritório por favor, quero conversar com você um pouquinho.

Naquele momento ao ouvir ele me chamar com aquela voz séria, inevitavelmente me lembrei do que havia acontecido há 3 anos atrás. Meu coração acelerou e fiquei pensando se a conversa que ele queria ter agora era do mesmo tipo que tivemos três anos atrás ou uma conversa comum. Desliguei a TV e o acompanhei até o escritório e ao entrar vi duas cadeiras, uma de frente para a outra. Meu pai estava muito sereno, mas tinha um semblante que transmitia muita autoridade. Pediu para que eu entrasse e me sentasse, assim que me sentei ele fechou e trancou a porta do escritório e se sentou na outra cadeira

Filho, esperei todos irem dormir para poder conversar em particular com você. Hoje na hora do jantar eu não gostei da forma como você me respondeu. Eu não quis falar nada naquele momento para não atrapalhar o jantar, mas eu quero conversar com você sobre um outro assun.....

Nervoso e com medo do que poderia acontecer com o desenrolar dessa conversa, interrompi a fala do meu pai e tentei me explicar:

Pai, me desculpa, não queria te desrespeitar. Respondi sem pensar direito. O senhor sempre fala sobre a importância de me dedicar aos estudos e quando o senhor falou na mesa de jantar a mesma coisa eu respondi sem pensar. Apenas isso. Eu não vou tirar notas baixas nas provas. Eu prometo.

Eu sei que você se arrependeu da forma como me respondeu. Mas, não te chamei aqui por causa disso. Eu te chamei pois quero te dar apenas um pequeno aviso do que pode acontecer se você se sair mal nas provas.

Nesse momento o olhar dele, que já estava sério, ficou mais fechado. Ele se levantou e pediu para que eu me levantasse também. Pegou no meu braço e me conduziu até um poltrona que fica no canto do escritório. Com uma voz muito séria ordenou que eu abaixasse minhas calças e cueca, pois ele iria usar um argumento diferente em relação a cobrança nos estudos. Tentei argumentar, mas ele foi irredutível.

Pai, já não sou mais criança. Não precisa fazer isso.

Não discuta! Não estou aqui para te punir. Apenas quero te lembrar como as coisas funcionam nessa casa.

Percebendo que não tinha saída e mesmo muito contrariado abaixei minhas calças e cuecas, me aproximei dele e deitei em seu colo. Antes de começar a surra ele me disse:

Filho, não estou te punindo. Só estou sendo cauteloso e tentando evitar que erros graves aconteçam mais para frente. Vou aplicar apenas 50 palmadas na sua bunda, como faço com seus irmãos quando percebo que as coisas estão saindo do controle. Assim, evito que no futuro eu precise aplicar uma punição realmente séria em vocês. Não tenha medo, esse é apenas um lembrete para você se dedicar mais.

A hora que ouvi ele dizer que iria me dar apenas algumas palmadas eu fiquei mais aliviado. Pois, por mais pesada que fosse a mão do meu pai, é bem melhor receber palmadas na bunda do que chineladas. Assim, meu pai começou a dar as palmadas, uma em cada nádega. E por mais que não estivesse apanhando com o chinelo, não podia negar que aquelas palmadas causavam um certo desconforto.

Plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft, plaft...

Ele bateu de forma cadenciada, uma palmada em cada nádega e com uma força que considero moderada. Após as 50 palmadas, ele pediu para eu me levantar, me vestir e ir para o quarto. Minha bunda não estava dolorida, mas mesmo assim estava um pouco quente e ardida. Enfim, depois dessa conversa com meu pai, os dias se seguiram normalmente sem nenhuma novidade e sem nenhuma palmada na minha bunda. Porém, meu período de descanso já estava acabando e era hora de voltar para São Paulo. Na rodoviária encontrei meu amigo Bruno e juntos pegamos o ônibus e voltamos ao nosso apartamento e a nossa rotina.
Durante a viagem de volta, conversando com o Bruno tocamos no assunto sobre como os nosso pais eram chatos em relação a educação e sobre os castigos que havíamos levado na infância. O Bruno voltou a comentar sobre algumas surras que havia levado e eu, um pouco sem graça, relembrei de alguns casos em que fiquei de castigo. Mas, a verdade é que eu estava com muita vontade mesmo de contar sobre as palmadas que havia levado a uns dias atrás. Mas não me senti confortável e deixei isso para outro momento. Voltamos para São Paulo e para nossa rotina normal de festas, paqueras, diversão e estudos. O Bruno gostava muito de festas, porém após voltar das férias percebi que ele tinha mudado de atitude radicalmente e começou a se dedicar aos estudos. Estudava todos os dias e ia tinha diminuído o ritmo de festas. Achei estranha aquela mudança de comportamento, mas não comentei nada e continuei com minha boa vida de estudante.

Lucas, você tem que estudar mais. As provas estão chegando, cuidado para você não ficar com notas baixas.

Para com isso Bruno, está parecendo meu pai falando assim. Eu sei, vou estudar. Pode deixar.

Mas os dias passaram rápido e a tão temida semana de provas tinha chegado. Faltava um final de semana para começar as provas quando decidi que era hora de focar nos estudos. O Bruno estava com os estudos em dia. Eu, ao contrário, ainda tinha muita matéria acumulada para estudar, mas acreditava que daria tempo de estudar tudo.
Na sexta feira a noite, me tranquei no quarto e comecei a estudar. Nesse momento, lembrei das cobranças do meu pai e daquelas palmadas que tinha levado como aviso para me dedicar aos estudos. Inconscientemente eu colocava a mão na minha bunda como se já estivesse prevendo o que poderia acontecer.

Enfim, estudei um pouco na sexta feira. No sábado durante a tarde, decidi sair para ir ao cinema e como eu havia planejando estudar no período da noite, não teria problema ir ao cinema por umas horinhas. O problema foi que naquele sábado, durante a noite, enquanto eu estava estudando começou a chover muito forte e de repente ficamos sem energia elétrica no bairro. No escuro não tinha como estudar e esse tempo perdido era precioso para mim. Eu fiquei muito nervoso, pois justamente a hora que decido estudar não consigo. Já que não tinha como estudar, acendi uma vela e fui até na sala conversar com o Bruno. Entre uma conversa e outra, Bruno percebeu meu nervosismo e perguntou em tom irônico se estava tudo bem comigo.

Está tudo bem meu amigo? Está com medo da chuva ou do escuro? Hahaha. A chuva já vai parar e logo teremos energia novamente.

Não é isso Bruno. Eu só queria estudar. Tem muita matéria e não posso tirar notas baixas.

Eu bem que te falei para começar a estudar mais cedo. Mas agora não tem muito o que fazer. Se você tirar alguma nota baixa você faz uma outra prova no próximo semestre e recupera a nota. Não precisa ficar nervoso com isso.

Você não entende Bruno, eu realmente não posso tirar nota baixa. É para meu próprio bem-estar.

Quando falei isso, passei a mão na minha bunda inconscientemente e acredito que o Bruno achou estranho o que tinha acabado de acontecer e começou a perguntar o que exatamente estava me deixando nervoso. E o que significava essa história de ter que tirar nota boa para o seu próprio bem-estar. Quando percebi que ele realmente estava preocupado comigo, não consegui mais esconder e contei para ele tudo o que estava se passando.

Bruno, vou te contar uma coisa apenas porque você é meu melhor amigo. Mas você promete que nunca vai contar para ninguém.

Prometo é claro. Pode contar.

É o seguinte Bruno, você sabe que meu pai é um cara muito legal, mas ele também é muito exigente. E você sabe que ele gosta que se leva o estudo a sério, tanto que já fiquei de castigo diversas vezes na época do colégio por causa de notas baixas.

Sim. Claro que me lembro. Tinha dias que eu ia na sua casa e seu pai dizia que você não podia sair pois estava de castigo e tinha que estudar.

Então, só que faz um tempo que ele mudou a forma de me castigar. Antes, quando fazia alguma coisa errada ele cortava minha mesada, tirava o videogame ou não me deixava sair de casa. Mas agora a situação está muito diferente.

Como assim? Não estou entendendo?

—Vou te contar o que aconteceu. Quando tinha 16 anos eu peguei dinheiro na carteira dele e ele descobriu. Mas, ao invés dos castigos que estava acostumado, ele me deu uma surra na bunda. E não foram umas palmadinhas, foi uma surra de verdade. Ele me fez deitar em seu colo, abaixou minha roupa e me deu muitas chineladas na bunda. Você não faz ideia de como doeu.

Hahahaha. Então foi por isso que você ficou fazendo cara de dor quando se sentava. Eu estava mesmo desconfiado que você tinha apanhado na bunda, mas como seu pai nunca te bateu, eu imaginei que era alguma outra coisa. Eu não acredito que você passou esse tempo todo com vergonha de me contar que tinha apanhado na bunda. Isso é normal, eu também já apanhei do meu pai quando era adolescente e já te contei isso várias vezes. Não precisava ficar com vergonha.

Eu sei, agora que contei não estou mais envergonhado. Mas eu estou nervoso porque nesse período que tivemos em férias eu e meu pai tivemos uma conversa séria e ele me disse que eu não poderia sair mal nas provas. E para mostrar que ele estava falando sério ele me deu algumas palmadas. Não doeu quase nada, mas serviu como um aviso para que eu me esforçasse. Agora, se eu sair mal nas provas ele não vai perdoar e tenho certeza que ele vai esquentar minha bunda.

Lucas, presta atenção. Eu entendo o que você está passando, meu pai me deu um aviso parecido com o do seu pai só que não foram algumas palmadinhas, hehehe. Foi por isso que comecei a estudar tanto. Mas não se preocupe, você é inteligente e tenho certeza que vai ficar com boas notas.

E assim, passamos a noite conversando sobre vários assuntos. Logo na manhã de domingo a energia já tinha se restabelecido e voltamos a estudar. A semana de prova chegou e agora era a hora da verdade, ou eu me dava bem nas provas ou iria apanhar. Depois das provas só me restava aguardar os resultados e uma semana depois os professores começaram a distribuir as notas. Eu tinha 5 matérias naquele semestre e precisava ficar com média 7 em todas para não ser reprovado. Mas quando os professores começaram a distribuir as notas, percebi que eu estava encrencado. Consegui passar em apenas três matérias, nas outras duas eu fui muito mal e fiquei reprovado. Quando vi essas notas já sabia o que ia acontecer quando eu encontrasse meu pai. Voltei para o apartamento e o Bruno estava feliz pois havia passado em todas as matérias e com boas notas, mas quando ele viu minha expressão triste percebeu o que havia acontecido.

Calma, não é o fim do mundo. Provavelmente seu pai nem vai se lembrar de nada. No máximo ele vai te dar uma bronca e fazer você estudar nas férias.

Por mais que a intenção do Bruno fosse boa, nós dois sabíamos que meu pai não esque